abr 01
“Me diz onde tem dinheiro?”
mar 30
Que noite longa. Toda a família com Zica. Coça coça que não para.
O mosquito é acossado
A vida política está como nódulo
A televisão destrói os cérebros aos caroços
Garotos negros são mortos em Caxias e Madureira
A população branca se cansa de pedir licença aos pontos pretos da sala de embarque
Minha filha pede para coçar as pernas, as costas
E o PMDB deixa o governo com o caroço, sem vergonha
Vice, presidente do congresso e do senado na lista do Lava a Jato
Meu filho coça as costas do papai
O jornalista feroz, indômito condena a presidenta
Geni… a presidenta é a Geni…
A zica não para.
A médica pergunta a minha mulher se está grávida.
Não… Não… Não…
Viro adolescente e imagino ser pai aos dezesseis de uma criança com microcefalia…
Minha filha pergunta se irei ao trabalho
Digo que sim
E a família e os filhos?
Curiosidade nos olhos e voz séria.
Vai pai? Pergunta a pequena.
Completa: o mais importante é a família
As mãos dormentes, juntas doendo, é zica????
Chinkungunha…
Não sei.
Imaginei o trator sobre a presidente. Se fosse outro já teria entregue o cargo.
Não é dengue. Não se entregue. Bolivariana. Sandinista. Zumbi, Lamarca… resistência da VAR-Palmares
A UPP vai acabar. Meu plano é particular.
Meus alunos, muitos alunos, vão a UPA e a UPP
Em breve não terão mais saúde, segurança e as escolas, só particulares
Garantimos a medalha de ouro do extermínio
De madrugada o corpo coçando e a mente latejando
Na cabeça dele todos são safados
No google vi as votações do político moralista
fev 23
Tomemos as nossas cidades porque não nos falta consciência e paixão!
![]() |
| Foto:Igor Freitas Lima |
![]() |
| Foto: Walter Campanato Abr |
![]() |
| Foto: Igor Freitas Lima |
nov 25
Orçamento Público, Transparência e Participação Popular na Baixada Fluminense

Em função dos orçamentos serem tratados como caixas pretas administrada de forma privada e privilegiando interesses particulartes, a população tem acompanhado por jornais os diversos escândalos envolvendo políticos da Baixada Fluminense e as cidades da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
nov 04
Roteiro das Atividades segundo Bimestre 2015
out 06
(sem título)
jun 16
Conversa de Maluco
Diálogo 1
Das afirmativas do Marquinho
Queridos amigos caxienses Você fique bem ligado no que eu vou escrever Toco cara que chora é porque paga Eu não pago porra nenhuma porque ninguém me manda Eu não tenho puto nenhum resolvendo meu destino Eu só faço o que eu quero não pago porra nenhuma O ser humano tem que aprender a não ter medo Eu não tenho medo de nada nem ge ninguem O cara trabalha uma porrada de anos descontando uma parte do seu salário pra quando ficar velho ficar numa boa Ai tu se aposenta e não recebe nem a metade Sabe o que voces são são babacas Nego te rouba a vida inteira e tu fica com cara de bundão não dá paulalada nem porrada fica com cara de bundão Aí quando tu tá bem fudido tu vai pra igreja pra eles te roubar mais Agora pensa direitinho e vê se eu não estou certo Muda irmão para der ter medo tu vai morrer de qualquer jeito fica com medo não Não liga para o que vão pensar de você seja macho Até os Homossexuais estão reagindo e tu que diz que muito macho enfia o rabo na bunda e fica quietinho na maior covardia do mundo mete a cabeça vamos reagir Sabia porque existe rei? Poque tem frouxo pra caralho Quaquer coisa macacada é comigo m,esmo
Texto Original de Marquinho Maluco Bomfim
Verdades, verdadeiras do Marquinho
Marquinho, ótimas palavras.
Muito medo e frouxidão.
Todos quietos, obedecendo.
Os bancos roubando descaradamente e com amargo na garganta, os juros e taxas, vão todos pagando.
Os alimentos pela hora da morte e a covardia abate a maioria que acredita que o tomate promove a vilania;
Os impostos sendo transformado em champanhe e caviar e o povo temendo o terror de ter que se manifestar.
E aí muitos falam: “de quebra-quebra, arruaça, baderna, não vou participar”
E pelas ruas vai sendo acharcado com as contas do Detran, IPTU, Light, Cedae e similar.
E a aposentadoria, lugar de segurança e conforto, depois de árduos anos de trabalho, se transformando em cheque em branco, os tostões da viúva, para alimentar a ganância de empresários inescrupulosos e políticos comprados pelos bolsos daqueles que consideram que melhor sabem administrar o erário público e os recursos da previdência.
Então, com o dinheiro suado das aposentadorias, eles investem em transamazônica, pontes sem mar ou rio, emprestam aos banqueiros, frigoríficos e mineiros aventureiros, desviam para empresas de empreiteiros, pagam aos ruralistas máquinas, equipamentos e sementes para derrubar o cerrado e as florestas eficientemente.
E os covardes, tomados pelos receios e fobia, vão se lascando a cada dia.
Cegos querendo acreditar que em um milagre tudo vai mudar.
E que, de uma hora para outra, seus esforços serão reconhecidos e que os políticos vão deixar de ser bandidos, e o empresário que corrompe o fiscal, atrasa obra e troca de material irá se transformar no empregador salvador, daqueles que agradece seu laborioso valor.
O temeroso crente, às vezes, discursa no vazio de suas conjecturas e para não se mostrar derrotado, faz o debate raso e popular das poucas leituras, e afirma que sonha com escolas melhores, como o lugar de alegria, criatividade e esperança.
O pobre diabo tem filhos e reconhece que a escola dos burocratas está falida e que virou balcão de ilusão. Se pública, na sua maioria, servindo de estágio para as prisões; se particular, estágio para auxiliar de função.
O infeliz não grita, mas acredita que um dia o professor será respeitado, seu esforço dignificado e a educação um ritual de democratização do amor será universalizada.
E em meio a escuridão, os mais covardes se transformam em delatores, fiéis acusadores, tomados pelo horror da descrença de seus corações.
Neste instante, só os insanos e os imprudentes, os loucos desgarrados do cotidiano condenado, conseguem ascender a chama da libertária ação.
Digo-te Marquinho Maluco, o desajuizado é aquele que não está sob a lei do obediente e sensato otário.
Teu sobrinho, Prates!
Teu sobrinho, Prates!
maio 21
A Estação dos sonhos
Eduardo Prates
Em 20/05/2015 – Estação de Trem Duque de Caxias
abr 23
Matéria da Prova A1 (Ciência Política)
abr 21
Criatividade sobre os pés
Todo mundo sabe que ser pai é uma bênção, mas que é preciso ter algum dinheiro de parte, já que implica custos elevados com roupas, sapatos, brinquedos e tudo o que uma criança precisa. E, no quesito roupa e sapatos, o problema é ainda maior nos primeiros anos de vida, onde tudo precisa ser trocado com frequência, já que as crianças estão em fase de crescimento e desenvolvimento rápido. Por isso, a organização sem fins lucrativos Because International criou “The Shoe That Grows” (“O Sapato que Cresce”, em português), um calçado que pode ser ajustado para aumentar o tamanho, com o objetivo de ajudar pessoas carentes que não possuem condições de comprar novos sapatos a cada centímetro a mais nos pés.



















